"Tive um amor
Amor daqueles isolado
Que dói feito espinho afilado
O corpo inteiro faz tremelicar
Como ventania
Faz a pelugem arrepiar
E as borboletas do estomago
Num rebuliço descontrolar
Mas como amor não é caminho
Que se segue sozinho
Coitadinho do meu coração
Que afligido teve de aprender
A lidar com a desilusão."

Lindo poema...
ResponderExcluirGostei da cadência dos versos. :)
ResponderExcluirVou seguir, muito interessante o seu estilo poético.
Bom dia.
Cada vez que venho aqui é uma surpresa diferente.
ResponderExcluirPois é, Jô, quem ama sempre se ilude. Mas também pode se surpreender ao encontrar a pessoa certa. Enquanto isso, sim: o caminho é "espinhoso", como você disse. ;*